Confira algumas matérias produzidas pelo jornal O Povo sobre as experiências de homens e mulheres que se consagraram ao celibato.
| Gabriella Dias deixou a faculdade de Medicina para viver sua Vocação |
"É uma renúncia, mas em vista de um bem", define celibatário
“Não é que deixei de ser homem. Mas toda escolha requer uma renúncia. É
uma renúncia, mas em vista de um bem. Aqui, sou feliz. Nesse tempo de
comunidade, percebi que todo jovem tem sede daquilo que é eterno,
definitivo, por isso eles têm se voltado a Deus”, argumento Adler. Sobre
ser padre, ele diz que o caminho é de dez anos de formação. “Não basta
querer. Tem que ter a vocação, que é um chamado de Deus”.
Psicóloga concilia o celibato e a vida profissiona
Que mistério de Deus é esse, que alegria é essa que faz com que você doe
sua vida inteiramente e tem movido os jovens? Isso me toca e os toca
profundamente. Não sou celibatária porque quis apenas, mas porque
respondi a uma eleição de Deus”.
A história de jovens que decidiram ser celibatários
“No dia da minha consagração, minha mãe perguntou se estava na moda ser celibatário, de tanto jovem que estava se consagrando. É que muitos se encantam quando veem que há uma vida diferente de se formar numa faculdade e casar, em que as pessoas não estão frustradas ou enclausuradas. Vestimos calça jeans e tênis. Somos felizes”.
Foto: Jornal O Povo
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